A utilização indevida da Inteligência Artificial deve ser o maior desafio que a Justiça Eleitoral terá pela frente durante as eleições gerais de 2026. É isso o que acredita o desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza, presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR).
Ainda segundo ele, apesar do desafio ser grande, a Corte já está preparada para fazer frente à divulgação de vídeos e conteúdos falsos ou enganosos. Mas para isso, precisará contar com o auxílio dos eleitores, também.
Segundo o magistrado, o foco de sua gestão no biênio 2026-2027 será na efetividade da eleição. A ideia, então, é trabalhar para que o eleitor possa exercer da melhor maneira o seu voto, encarando menos filas para tirar ou regularizar o título de eleitor (o que pode ser feito até o dia 6 de maio) e também na hora de ir às urnas efetivamente, em outubro.
“Foco na eleição pura mesmo, esse é o objetivo. Diminuir a fila de votação, diminuir a fila para quem quer tirar ou regularizar o título, acelerar o julgamento dos processos eleitorais, para que a justiça seja mais rápida e séria”, declarou Falavinha Souza
