quinta-feira, abril 09, 2026

Laranjeiras do Sul - Prefeito Jaison Mendes realiza entrega de R$10MIL para Rancho Alegre - Clube de Idosos

Prefeito Jaison Mendes realizou mais um importante momento da valorização da melhor idade: a entrega do valor de R$10.200,00 ao Clube de Idosos de Laranjeiras do Sul, Rancho Alegre.

O recurso vai possibilitar que cerca de 150 integrantes realizem uma viagem até as Águas Minerais Lagoa Bonita, no município de Virmond, proporcionando um dia especial de confraternização, com almoço e acesso às piscinas.

A iniciativa reforça o compromisso da Prefeitura de Laranjeiras do Sul com o bem-estar de toda a população, promovendo ações que alcançam desde as crianças até os idosos. Cuidar de quem mais precisa é também construir um município mais humano, inclusivo e preparado para todos.

Laranjeiras do Sul - Produtores Rurais protestam em FRENTE a COPEL , por Falta de energia elétrica


Os produtores rurais das comunidades de Linha Pechinki e Passo Liso de Laranjeiras do Sul, estiveram na Copel para reivindicar providências urgentes no restabelecimento da energia elétrica.

De acordo com os relatos, diversas propriedades estão sem fornecimento desde a última terça-feira (07/04), causando prejuízos significativos, especialmente na produção de leite e na conservação de alimentos.

Durante a mobilização, foi realizada uma reunião com representantes dos produtores, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais e da Câmara de Vereadores, buscando uma solução imediata para o problema. Conforme informado pelos participantes, a Copel estabeleceu o prazo até o dia 10, ao meio-dia, para o restabelecimento total da energia.

Segundo os moradores, a situação teve início após o rompimento de uma rede de alta tensão, ocorrido ainda na terça-feira, que até o momento não havia sido solucionado. Além disso, produtores da região da Barra Mansa, no município de Rio Bonito do Iguaçu, também relatam falta de energia e dificuldades no atendimento.

A expectativa agora é de que o prazo estabelecido seja cumprido, normalizando o fornecimento e reduzindo os prejuízos no campo.

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Conta de luz da Copel pode ter REAJUSTES a partir de JUNHO de 2026 - VEJA

O processo para receber contribuições da sociedade terá uma etapa on-line, que receberá sugestões de 8 de abril e 22 de maio, na página da consulta no site da Aneel. No dia 29 de abril, haverá uma audiência pública presencial em Curitiba para debater o tema.

a Copel informou que solicitou à Aneel um adiamento de parte do reajuste para não prejudicar ainda mais os seus consumidores. Caso o percentual integral fosse aplicado agora, o aumento seria de 26%. A companhia informou ainda que, mesmo com os novos valores, os consumidores residenciais paranaenses seguirão pagando uma conta de luz entre as três mais baixas do Brasil.

A nota técnica da Aneel foi realizado pela Superintendência de Gestão Tarifária e Regulação Econômica (STR), com base em dados enviados pela Copel. A companhia atende 5,23 milhões de unidades consumidoras no Paraná, com uma receita anual estimada em R$ 16,14 bilhões.

Após discussão e aprovação, o reajuste será aplicado às tarifas de energia a partir do dia 24 de junho de 2026.

Reajuste proposto na conta da Copel para os demais setores

Além das unidades residenciais urbanas, o reajuste será aplicado aos demais grupos consumidores da Copel, mas em diferentes percentuais. Para as ligações de baixa tensão no meio rural, o reajuste será de 18,85%

Já para os consumidores da alta tensão (indústrias, por exemplo) o aumento médio proposto na tarifa é de 19,55%, mas com variações bruscas entre as classes de consumo – que vão de A1 (tensão de fornecimento igual ou maior a 230 kV) até A4 (tensão maior que 2,3 kV e menor que 25 kV). Para as classes A2 e A3, por exemplo, serão aplicados reajustes de 51,21% e 45,24% nas faturas, respectivamente.

A explicação da nota técnica para isso está em mudanças tarifárias “devido ao recálculo das tarifas de referência da TUSD Fio A”, que cobre os custos com a transmissão de energia de alta tensão, que sai das usinas para as subestações.

Copel se pronuncia sobre o processo de reajuste da conta de luz

A Copel esclarece que o reajuste da tarifa é definido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Em 2026, o índice apurado pela Aneel e em análise é de 19,2%. Esse índice ainda está sujeito à homologação pela própria agência de energia.

Com o objetivo de reduzir o impacto aos consumidores, que era inicialmente estimado em torno de 26% pela Aneel, a Copel solicitou a aplicação do diferimento máximo permitido, conforme as regras da própria agência reguladora.

Atualmente, o cliente paranaense paga a tarifa mais baixa do setor elétrico brasileiro. Mesmo com o reajuste, cujo percentual ainda será definido pela Aneel, a tarifa no Paraná permanecerá entre as três mais baixas do Brasil, em torno de R$ 0,76 para o consumidor residencial.

A tarifa de energia elétrica, definida pelo governo federal, é composta basicamente por três parcelas:

o custo da energia para atendimento dos consumidores (que não está sob a gestão da Copel); os encargos definidos por políticas públicas federais (que não estão sob a gestão da Copel); a parcela que remunera a operação, manutenção e expansão das redes elétricas.

Na prática, de cada R$ 10 pagos pelo consumidor na conta de luz, cerca de R$ 2 correspondem a essa parcela que efetivamente remunera a Copel. É com esse percentual que a companhia realiza investimentos permanentes na operação, na manutenção e na expansão das redes de energia no Paraná.

Os cerca de 80% restantes da conta de luz são destinados ao sistema elétrico nacional para a compra e a transmissão da energia que será distribuída aos clientes, para o pagamento de encargos federais obrigatórios do setor e para os subsídios definidos pelo governo federal.

Os subsídios são custeados pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), principal encargo setorial brasileiro, qual é pago por todos os consumidores de energia elétrica. A conta, criada em 2002 para financiar as políticas públicas e subsídios, é uma das principais responsáveis pela pressão de custos sobre as tarifas de energia.

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Governo lança protocolo para investigar crimes contra jornalistas

O governo federal criou nesta terça-feira (7), no Dia do Jornalista, o Protocolo Nacional de Investigação de Crimes contra Jornalistas e Comunicadores Sociais.

A iniciativa, elaborada em conjunto no colegiado do Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores Sociais, cria um padrão de investigação de crimes cometidos em razão da atividade jornalística pelo Sistema Único de Segurança Pública (Susp).

O documento foi assinado pelos representantes dos Ministérios da Justiça e Segurança Pública e dos Direitos Humanos e da Cidadania, além da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

O Relatório da Violência contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa no Brasil, elaborado pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), revela o cenário de 144 agressões, intimidações e de censura contra os profissionais da imprensa, em 2024.

Em 2023, a proposta de criação do Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores Sociais foi levada ao ministro da Justiça pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), pouco mais de uma semana depois dos atos golpistas dia 8 de dezembro, em Brasília, quando jornalistas foram intimidados.
Protocolo Nacional

O Protocolo Nacional de Investigação de Crimes contra Jornalistas e Comunicadores sociais reconhece que esses casos exigem uma resposta estatal que não considere apenas o fato, mas o contexto, a motivação da agressão e a relação do crime com o exercício profissional da atividade jornalística de comunicação.

As diretrizes para a atuação dos órgãos de segurança pública estão divididas em quatro eixos:

Proteção imediata da vítima e seus familiares;
Qualificação da investigação para coibir impunidades;
Produção e preservação das provas;
Escuta qualificada das vítimas, a partir do tratamento humanizado das testemunhas, da prevenção à revitimização e do respeito ao sigilo da fonte.

A representante do Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores Sociais, a secretária Nacional de Justiça (Senajus/MJSP), Maria Rosa Guimarães Loula, explica que o protocolo também dedica uma atenção especial a situações específicas de violência como os desaparecimentos de profissionais de imprensa e reconhece os contextos agravados por vulnerabilidades relacionadas, por exemplo, a gênero contra mulheres, raça, orientação sexual ou condição socioeconômica.

“A dor da gente sai no jornal e nasce precisamente do jornal. Esta vem de ser comunicador, jornalista, vem de escolher a coragem de dizer a verdade, de levar ao público a informação científica, a reportagem correta”, disse a secretária Maria Rosa, parafraseando a música "Notícia de Jornal", interpretada por Chico Buarque.

Liberdade de imprensa

Durante a cerimônia, no Palácio do Planalto, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, disse que a portaria segue padrões internacionais de proteção à liberdade de imprensa e é voltada a aprimorar a resposta do Estado brasileiro a estas situações. Os focos estão na proteção das vítimas, na melhoria da qualidade das investigações, no combate à impunidade e no fortalecimento da liberdade de expressão e do direito à informação.

“A resposta do Estado não pode ser genérica. Neste caso, ela tem que ser bastante qualificada. Investigar bem significa compreender o contexto da atividade jornalística; preservar provas; ouvir vítimas e testemunhas em ambiente seguro; evitar, ainda, a revitimização, proteger o sigilo da fonte e agir com bastante celeridade”, enumerou o ministro da Justiça, Wellington Silva.

A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), Janine Mello, reforçou que a proteção dos direitos humanos exige respostas institucionais que envolvam prevenção, investigação e responsabilização.

Segundo a ministra, o primeiro protocolo brasileiro para investigação de crimes contra jornalistas contribui para qualificar a atuação dos órgãos de segurança pública, dar mais consistência às investigações e fortalecer a proteção de jornalistas e comunicadores.


“Ampliamos o alcance das ações do Estado e garantimos que cheguem a quem precisa: defensoras e defensores de direitos humanos, jornalistas, comunicadores, comunicadoras e ambientalistas, que atuam diretamente nos territórios, muitas vezes em contextos de conflito. São pessoas que dão visibilidade a violações, acompanham situações de risco e contribuem efetivamente para o fortalecimento da democracia e da justiça no nosso país”, esclareceu a ministra do MDHC.

O secretário de Imprensa da Secretaria de Comunicação Social (Secom/PR), Laércio Portela, destacou também que o Dia do Jornalista homenageia o jornalista e médico Líbero Badaró, morto por inimigos políticos, em 1830. Portela entende que o protocolo representa um compromisso do Estado brasileiro com a verdade, com a democracia e com as pessoas que arriscam a própria segurança para que a sociedade possa ser bem formada, com liberdade.

“Quando um jornalista é atacado, ameaçado, silenciado ou morto, o que morre com ele ou com ela não é apenas uma vida. Morre uma pauta, uma reportagem, silencia-se uma fonte, apaga-se uma investigação, retrai-se toda uma redação e todo um setor importante para a comunicação e para a democracia brasileira”, declarou Laércio Portela.

Comunicação Pública

Presente ao evento, o diretor-geral da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), David Butter, destacou que a implementação do protocolo fortalece o fluxo da informação de interesse público, combatendo tentativas de censura por parte de governos que podem colocar em risco o exercício profissional e a segurança de comunicadores.

“O jornalista tem que ter a liberdade de agir, de contar sua história e ter integridade física preservada”, defendeu David Butter.

À frente de veículos de comunicação pública como Agência Brasil, Rádio Nacional, e TV Brasil, o diretor-geral da EBC enfatizou o papel estratégico da comunicação pública nesse ecossistema, que tem como missão preencher lacunas onde o mercado privado muitas vezes não chega, por exemplo, por razões comerciais ou por não conseguir atender.

"A comunicação pública tem a missão de qualificar e formar a cidadania; é a sua razão de existir", afirmou o diretor.

Para David Butter, sem a proteção aos profissionais e à estrutura da comunicação pública, a sociedade fica vulnerável a manipulações digitais em massa, monopólios de tecnologia e à disseminação de fakenews.

"Precisamos assegurar que os profissionais da comunicação pública cumpram seu papel na integralidade, o que é absolutamente essencial para a informação de interesse público realmente fluir e chegar na ponta de maneira qualificada. Além de combater fakenews por meio de um debate qualificado e responsável sobre temas de interesse público em um espaço de encontro e de trocas”, concluiu.
Concurso Dom e Bruno

Durante a mesma cerimônia, foi apresentado o Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação em Defesa do Meio Ambiente, Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais, que premiará reportagens sobre proteção socioambiental e aos direitos dos povos originários.

As inscrições abertas desde 30 de março seguem até 21 de maio na página eletrônica da Secom.

O concurso contempla seis categorias — incluindo reportagem, audiovisual e comunicação de comunidades tradicionais. Podem se inscrever jornalistas e fotojornalistas, comunicadores indígenas, artistas e educadores.

O prêmio homenageia o jornalista britânico Dom Phillips e o indigenista brasileiro Bruno Pereira, assassinados em junho de 2022, no Vale do Javari (AM), enquanto destacavam a necessidade de proteção da Amazônia e dos povos indígenas. O caso teve repercussão internacional e se tornou símbolo dos riscos dos trabalhos de jornalistas e defensores de direitos humanos em regiões de conflito.

Em entrevista à Agência Brasil, a assessora de comunicação da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), Gabriela Di Bella, comentou sobre o trabalho essencial de comunicadores indígenas e de comunidades tradicionais, que serve de ponte entre quem está no território e o mundo externo. “Os comunicadores são essenciais para que haja essa compreensão de todos. E eles é que conhecem também. Eles têm o conhecimento indígena, o que é muito importante de ser levado em consideração", alertou.

A jornalista também confirmou que a vulnerabilidade de comunicadores que atuam nos territórios amazônicos é extrema, especialmente porque, ao contrário de equipes de grandes veículos de imprensa que deixam a região após as reportagens, os comunicadores locais permanecem expostos. “Quem está no território é muito visado. É muito difícil proteger essas pessoas na floresta. Todo mundo sabe quem eles são. Não dá para se esconder".

Ela reforça a urgência de protocolos que fortaleçam a segurança dessas vozes.

Gabriela apontou um novo campo de batalha: o digital e a necessidade do trabalho dos comunicadores. Com a chegada da internet às aldeias, o uso de redes sociais e aplicativos de mensagens tem sido explorado por invasores para disseminar desinformação.

"Os garimpeiros sabem disso e usam as redes. Se os indígenas não tiverem consciência de como se defender e utilizar a internet para sua própria proteção, o cenário será cada vez mais complicado", concluiu.

Deputado Artagão Jr fortalece educação de Marquinho com apoio do Prefeito Juninho

                                               
Conseguimos viabilizar, por meio de indicação, R$ 130 mil do programa Escola Mais Bonita para o Colégio Estadual João Rysicz. Um investimento importante na educação, onde a própria comunidade escolar vai decidir como aplicar o recurso

Fico muito feliz em poder contribuir com Marquinho e parabenizo o prefeito Juninho pelo trabalho sério e pela parceria. É assim, com diálogo e união, que seguimos avançando!

Além disso, o prefeito também destacou outras conquistas importantes que estamos ajudando a viabilizar junto ao Governo do Estado: renovação da frota de máquinas (R$ 3,7 milhões), Asfalto Novo – Vida Nova (R$ 6,5 milhões) em parceria com Alexandre Curi, estrada rural da Gleba Nove (R$ 12,8 milhões) e da Linha Guanabara (R$ 1 milhão).

Seguimos trabalhando por mais qualidade de vida para a população de Marquinho!

Virmond - Secretaria de Agricultura promove Curso Casqueamento Bovino - Inscrições Abertas


Duplicação da PR 466 entre Pitanga e Turvo está a todo vapor

As obras de duplicação em concreto da PR 466 entre Pitanga e Turvo, na região Central, que começaram no segundo semestre do ano passado, chegaram a 22% de execução num trecho de 45,5 quilômetros. O investimento é de R$ 514,2 milhões.

A obra, coordenada pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), começa no perímetro urbano de Pitanga e segue até o perímetro urbano de Turvo, passando por acessos aos municípios de Santa Maria do Oeste e Boa Ventura de São Roque.

A implantação da nova pista em pavimento rígido de concreto continua avançando em ritmo acelerado, enquanto são realizadas melhorias no pavimento asfáltico da pista existente, que será aproveitada como base para uma camada de pavimento de concreto. Esta técnica de restauração é conhecida como whitetopping, e tem sido empregada com sucesso pelo DER/PR em rodovias de todo o Paraná.

Continua como serviço mais avançado a construção das obras de arte especiais (OAE) do trecho, que incluem um viaduto na interseção da PR 466 com a PR 239 e a PR 460 em Pitanga, outro viaduto no entroncamento da PR 466 com a PR 456 (acesso para Santa Maria do Oeste), nas novas pontes sobre o Rio Carazinho e sobre o Rio Bonito, além da nova passarela para pedestres em Pitanga. Ainda será construído um terceiro viaduto, também em Pitanga, no entroncamento com a Avenida Universitária.

Os demais serviços estão concentrados principalmente na terraplenagem da plataforma da nova pista, e na implantação do sistema de drenagem de águas e obras de arte corrente, como bueiros.

O trecho vai contar também com nova sinalização horizontal e vertical, dispositivos de segurança viária, calçadas, abrigos para parada de ônibus, iluminação nos viadutos e retornos, entre outras melhorias. A previsão é de concluir os serviços até abril de 2027.

Irati - 1ª Caminhada na Natureza na Rota dos Colonizadores

 

A Prefeitura de Irati convida você para viver uma experiência única de conexão com a natureza, cultura e tradição!

Local: Gonçalves Júnior – Irati/PR
Data: 26 de abril de 2026
Percurso: 11 km
Programação:
• Café da manhã a partir das 6h30
• Início da caminhada: 8h
• Almoço a partir das 11h30
• Feira da Agricultura Familiar durante o evento
Valores:
• Café: R$ 20,00
• Almoço: R$ 50,00

Venha conhecer belas paisagens, capelas históricas e o interior cheio de histórias da nossa gente!

Inscrições:

Candói - Vem aí a seletiva feminina de Beach Tennis para os Jarcans 2026.


quarta-feira, abril 08, 2026

Botijão de gás terá reajuste: veja quanto vai subir o preço nas revendas

O preço do gás de cozinha deve subir nas revendas em todo o Brasil. A informação foi confirmada pela Associação Brasileira das Entidades Representativas das Revendas de Gás LP (Abragás), que aponta aumento nos principais tipos de botijões comercializados no país.

De acordo com a Abragás, o reajuste previsto é de cerca de R$ 10 para o botijão de 13 quilos, que é o modelo mais utilizado pelas famílias brasileiras. Já o botijão de 20 quilos deve registrar aumento de aproximadamente R$ 15. O maior impacto será no botijão de 45 quilos, utilizado principalmente em estabelecimentos comerciais e condomínios, que pode ficar R$ 34 mais caro.

O reajuste ocorre em meio à elevação dos custos operacionais enfrentados pelas revendas de gás liquefeito de petróleo (GLP), especialmente relacionados ao transporte e à logística.

Alta do diesel pressiona preço do gás de cozinha

Segundo a Abragás, um dos principais fatores para o aumento do preço do gás de cozinha é a recente disparada no valor do óleo diesel. Como o combustível é amplamente utilizado no transporte e na distribuição do GLP, qualquer aumento impacta diretamente o custo final do produto.

O diesel tem registrado elevação principalmente devido à alta do petróleo no mercado internacional. Esse movimento está sendo impulsionado por tensões e conflitos no Oriente Médio.

Revendas reclamam de custos e margem de lucro

A Abragás afirma que os preços do gás de cozinha são livres em toda a cadeia de comercialização, o que significa que cada empresa pode definir seus valores conforme os custos operacionais enfrentados em cada região do país.

Em nota, a entidade destacou que os aumentos refletem justamente esse cenário de pressão sobre os custos logísticos e operacionais das empresas que atuam na distribuição do GLP.

Segundo a associação, fatores como combustível, transporte e manutenção da operação influenciam diretamente a formação do preço do produto nas revendas.

Programa Gás do Povo pode enfrentar dificuldades

O aumento também levanta preocupação sobre o funcionamento do programa Gás do Povo, política pública federal criada para substituir o antigo Auxílio Gás dos Brasileiros.

O novo modelo passou a oferecer a recarga gratuita do botijão de 13 quilos diretamente nas revendas credenciadas, em vez de realizar a transferência do valor em dinheiro para a conta dos beneficiários.

No entanto, segundo a Abragás, os valores de referência utilizados pelo governo para reembolsar os revendedores variam de acordo com cada estado e têm sido alvo de críticas desde o início do programa.

As revendas afirmam que os valores pagos são considerados baixos e, em muitos casos, inferiores aos preços regionais apontados pelas pesquisas da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Revendedores podem deixar o programa

Ainda de acordo com a associação, existe uma carência obrigatória de três meses para que as revendas permaneçam no programa após aderirem. No entanto, muitas empresas já avaliam deixar a iniciativa assim que esse período terminar.

A Abragás alerta que, caso o governo não adote medidas para rever os valores de reembolso e melhorar as condições para os revendedores, o programa pode enfrentar uma saída significativa de empresas credenciadas

Ministério Público do Paraná realizará nesta sexta-feira, 10 de abril, atendimento descentralizado voltado à população de Rio Bonito do Iguaçu


O Ministério Público do Paraná realiza nesta sexta-feira, 10 de abril, atendimento descentralizado no município de Rio Bonito do Iguaçu, no Centro-Sul do estado. A iniciativa busca dar prosseguimento ao encaminhamento das demandas da população, especialmente aquelas relacionadas aos direitos fundamentais e serviços essenciais prejudicados com a passagem do tornado pela cidade em novembro de 2025.


A ação será realizada pelas Promotorias de Justiça de Laranjeiras do Sul, sede da comarca, e ocorrerá das 13 às 17 horas na sede da Associação Comercial e Empresarial do município (Avenida Dom Pedro II, 265, Centro). Os moradores são orientados a comparecer ao atendimento com toda documentação que tiverem relacionada ao tema a ser tratado e com os documentos pessoais.

Serviço

Atendimento Descentralizado das Promotorias de Justiça de Laranjeiras do Sul em Rio Bonito do Iguaçu
Local: Rio Bonito do Iguaçu (sede da Associação Comercial e Empresarial, na Avenida Dom Pedro II, 265, Centro)
Data: sexta-feira, 10 de abril de 2026
Horário: 13 às 17 horas

Laranjeiras do Sul - Policia Militar é acionada para PRENDER em Flagrante EX PREFEITO e Vereadora por SURTO em Unidade de Saúde

 Polícia Militar de Laranjeiras do Sul/PR, deslocou até á Unidade de Saúde Municipal da Rua Barão do Rio Branco, para dar atendimento à uma ocorrência de desacato. No local, a vítima, uma enfermeira e agente pública, relatou que realizava atendimentos na recepção, momento em que um indivíduo exigiu atendimento prioritário sobre os demais, xingando e desacatando a mesma, a qual ficou extremamente nervosa, constrangida e com medo, devido ao fato de o indivíduo ter se aproximado, tocando-a, insinuando ser ela a culpada pelo atendimento. 

Nesse momento, a enfermeira solicitou para que o indivíduo parasse, não sendo atendida. 

Em seguida, chamou a diretora do posto de saúde. Nesse momento o autor dos fatos continuou causando mais confusão no ambiente, incitando os pacientes a xingar, desacatar e constranger os funcionários do estabelecimento. Quando a diretora se fez presente tentou diálogo com o autor, o qual não quis conversar e continuou denegrindo a imagem dos funcionários, em seguida o autor evadiu-se do local. Ressalta-se que a situação foi gravada por sistema de monitoramento e celular. Diante dos fatos, as partes foram orientadas acerca dos procedimentos cabíveis.

Por volta das 13h desta terça-feira (07), novamente a Polícia Militar de Laranjeiras do Sul/PR foi acionada, desta vez, para deslocar até à Unidade de Saúde Municipal do bairro Presidente Vargas, para atender outra situação de desacato. 

No local, foi realizado contato com a vítima, a qual exerce a função de enfermeira do posto municipal, a qual relatou que, após uma paciente ter realizado o pré-cadastro para consulta, descontente com o médico que iria lhe atender, teria exigido um reencaixe com outro profissional. Diante da negativa por parte da atendente, a autora ameaçou a mesma. A vítima expressou a vontade representar em data posterior contra a autora dos fatos, sendo então orientada quanto aos procedimentos cabíveis.

Nova Laranjeiras - Vereadores da BASE do Prefeito FABIO , votaram contra o projeto que previa transparência dos GASTOS em EVENTOS Públicos

        

Com base nas informações recentes de março de 2026, houve polêmica na Câmara de Vereadores de Nova Laranjeiras sobre projetos relacionados a festividades municipais.

Votação Reprovada

Em meados de março de 2026, vereadores reprovaram por 4 a 3 um projeto de parceria entre a prefeitura e Associações de Pais e Mestres (APMs) para a organização de festividades do município.

Denúncias 

Relatos locais indicam movimentações acirradas na Câmara, com denúncias sobre votações que envolvem a transparência em gastos com eventos e festas organizados pelo Poder Executivo.

Projeto de Transparência REPROVADO....

          No início de 2026, vereadores de oposição preocupados com a transparência dos gastos do dinheiro público em festas e eventos , enviaram a câmara um projeto de lei  que visava o aumento do controle sobre os gastos públicos em eventos, mas enfrentaram resistência de UMA parte do legislativo que fazem a base do atual prefeito Fabio dos Santos , que votaram contra o projeto , rejeitando a FISCALIZAÇÃO dos gastos , são eles os vereadores 
Adair Onetta ( Milão ) - Thalita Onetta - Joir Borges - Alex Bueno e Arcindo Valcarenghi

Futsal paranaense - Tabela atualizada Série Bronze 2026 após quarta rodada finalizada

 

Guaraniaçu - Polícia Civil deflagrou ''Operação Calibre Zero'' , no combate ao comércio e à posse ilegal de armas de fogo

A Polícia Civil do Paraná deflagrou, nesta terça-feira (7), a Operação Calibre Zero, com foco no combate ao comércio e à posse ilegal de armas de fogo na região de Guaraniaçu.

A ação contou com apoio de equipes de várias cidades, como Cascavel, Toledo, Matelândia, Quedas do Iguaçu e Capitão Leônidas Marques, além da Polícia Militar.

 As investigações apontavam a existência de armas irregulares em Guaraniaçu, Diamante do Sul e áreas próximas, inclusive na zona rural.

Durante a operação, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão. Como resultado, três pessoas foram presas em flagrante.

Ao todo, sete armas de fogo de diferentes calibres foram apreendidas, além de munições. Segundo a polícia, o material foi retirado de circulação e poderia ser utilizado em crimes.

Os itens apreendidos foram encaminhados para os procedimentos legais, e as investigações continuam para identificar a origem e o possível destino das armas.

A Polícia Civil reforça a importância da participação da população com denúncias, que podem ajudar no combate à criminalidade.

TCE-PR suspende pregão de quase R$ 581 milhões relativo ao programa “Olho Vivo”

           O Pregão Eletrônico nº 203/2026, lançado pela Superintendência-Geral de Governança de Serviços e Dados (SGSD) da Casa Civil do governo estadual para contratar solução tecnológica de videomonitoramento inteligente com integração de bases de dados municipais, estaduais e federais no âmbito do programa “Olho Vivo”, está suspenso cautelarmente por força de decisão do Tribunal de Contas do Paraná.

A decisão monocrática foi tomada pelo conselheiro Fernando Guimarães, relator de processo de Representação da Lei de Licitações formulada pela Quarta Inspetoria de Controle Externo (4ª ICE) do TCE-PR, por meio do qual a unidade técnica – que tem como superintendente o conselheiro Ivan Bonilha – aponta para a existência de fragilidades graves no procedimento licitatório.

A contratação pretendida, cujo valor estimado alcança quase R$ 581 milhões para 60 meses de execução, inclui a adoção de tecnologias de reconhecimento facial e leitura automática de placas, bem como a implantação de Centros Estratégicos de Inteligência em Curitiba e em outras oito cidades-polo do estado.

De acordo com a análise técnica feita pelos auditores do Tribunal de Contas, foram identificadas seis fragilidades no edital: falhas na governança do tratamento de dados pessoais sensíveis conforme a Lei de Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018 – LGPD); insuficiência na fundamentação da necessidade de implantação do sistema; indícios de sobrepreço; incompatibilidade entre a modalidade de pregão, utilizado para contratar bens e serviços comuns, e a complexidade da solução; risco de sobreposição com plataformas já existentes; e divergências contratuais no regime de subcontratação de terceiros admitida na futura contratação.

Direitos fundamentais

Segundo a inspetoria, a tecnologia a ser contratada não se limita ao reconhecimento facial, se estendendo de forma invasiva ao comportamento humano. Exemplo disso está na possibilidade de se identificar a prática de vadiagem, entendida como a permanência de pessoas em áreas sensíveis por período superior ao configurado na solução tecnológica, com potencial associação a comportamentos suspeitos.

Para os auditores, a funcionalidade é particularmente sensível por se ancorar em conceitos históricos e juridicamente controvertidos associados a práticas discriminatórias, já questionados quanto à sua constitucionalidade.

Outros problemas apontados dizem respeito à possibilidade de ocorrerem falsos positivos sem a devida revisão humana, com potencial de causar constrangimentos; à ausência de dispositivos que proíbam a utilização de dados do sistema para aprimoramento comercial da ferramenta privada; e ao uso de disposições contratuais genéricas que podem permitir ao fornecedor o uso dos dados e metadados para fins diversos do pactuado.

“A compreensão é de que o programa ‘Olho Vivo’ está estruturado sobre modelo de compartilhamento de tratamento de dados do poder público com entes privados, mediante arquitetura integralmente baseada em software as a service (SaaS), com hospedagem, processamento, armazenamento e análise de dados sensíveis de segurança pública em infraestrutura privada de nuvem”, afirma o relatório da 4ª ICE sobre o caso.

Com todas essas fragilidades, os auditores chamaram a atenção para o elevado risco de exposição de dados sensíveis dos cidadãos, bem como de violação a direitos fundamentais, realização de vigilância clandestina e discriminação, que pode resultar da contratação.

Custos

“Não obstante, não se localizou memória de cálculo apta a demonstrar como tais quantitativos foram definidos, havendo, quando muito, memória de cálculo da mediana das cotações de preços, e não da formação técnica dos quantitativos do objeto. Observou-se, também, que parte relevante da utilidade prática da solução depende da existência e disponibilidade de câmeras que não integram, necessariamente, o patrimônio estadual, podendo decorrer de convênios, cooperações, contratações futuras ou compartilhamento com municípios e particulares”, diz o relatório da inspetoria.

A contradição entre as peças que compõem o procedimento licitatório também chamou a atenção do TCE-PR. Ao mesmo tempo em que as quantidades de câmeras parecem estar aparentemente consolidadas, o estudo técnico preliminar prevê 25 mil câmeras, sendo 20 mil conveniadas e 5 mil privadas ou legadas – quantitativo diferente daquele presente no mapa de preços.

Sobrepreço

A Representação da Lei de Licitações formulada pela 4ª ICE também destacou a diferença apurada de 925% entre o preço da solução de operação de plataforma em nuvem pretendida pelo Estado do Paraná e o projeto “Smart Sampa”, que opera no estado vizinho de São Paulo.

O custo estimado da contratação relacionada ao “Olho Vivo” é de R$ 8,7 milhões – valor que foi inserido no edital sem que fosse apresentada qualquer análise de custo. Já o mesmo tipo de serviço contratado no âmbito do “Smart Sampa” teve o custo de R$ 950 mil.

“A possibilidade de sobrepreço é aumentada dada a falta de detalhamento da solução ‘Olho Vivo’, inclusive ao compararmos com a solução ‘Smart Sampa’, que está com um nível de detalhamento superior à apresentada pelo Estado do Paraná”, afirmaram os auditores na petição.

Pregão

A utilização, para licitar o serviço, da modalidade pregão, destinado à contratação de bens e serviços comuns pela administração pública também foi considerada irregular pela 4ª ICE. Para a unidade, a solução tecnológica, nos termos em que está proposta, não pode ser selecionada apenas com base no menor preço, e sim na conjugação de técnica e preço – espécie de seleção de propostas que seria mais vantajosa ao estado.

“Deixar a seleção dessa solução ao critério de menor preço, sem avaliação técnica, expõe a administração ao risco de contratar uma solução inadequada, insegura ou ineficiente”, defenderam os auditores do TCE-PR.

Para completar o quadro de problemas, foi ressaltada a ausência de manifestação da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp-PR) durante a fase preparatória da licitação. Para os técnicos da inspetoria, a falta de alinhamento da pasta com o procedimento licitatório reforça o risco de contratação em duplicidade de plataformas que já estão em uso pela própria secretaria, futura usuária do sistema.

Decisão

Diante da gravidade dos pontos levantados, o relator do processo, conselheiro Fernando Guimarães, concedeu a medida cautelar requerida pela 4ª ICE para suspender o certame, até que sejam garantidas condições aceitáveis de segurança jurídica, técnica e econômica. Com isso, a sessão pública da licitação, marcada para esta quarta-feira (8 de abril), não poderá ocorrer.

“Os apontamentos realizados são dotados de densidade técnica e normativa suficiente, inserindo-se no âmbito da competência fiscalizatória desta Corte, nos termos da Constituição do Estado do Paraná e da Lei Orgânica do TCE-PR”, afirmou o conselheiro no Despacho nº 405/26, datado de 1º de abril.

“Importa esclarecer que a medida cautelar ora concedida tem por objeto exclusivo a suspensão do Pregão Eletrônico nº 203/2026 da SGSD, não alcançando, em nenhuma hipótese, as operações já em curso no âmbito do projeto ‘Olho Vivo’ nas cidades em que o programa já se encontra implantado, em especial o projeto implementado e de responsabilidade da Sesp-PR”, ressaltou Guimarães em sua decisão.

Os responsáveis legais pela Casa Civil estadual e pela SGSD já foram notificados a respeito da medida cautelar. O prazo para comprovação da suspensão do certame é de cinco dias. A decisão do relator será submetida à homologação do Tribunal Pleno do TCE-PR. Caso não seja revogada, seus efeitos persistem até que o colegiado decida sobre o mérito do processo.

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