domingo, abril 19, 2026
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sábado, abril 18, 2026
Giacobo desiste de candidatura e deve assumir secretaria das cidades no governo Ratinho JR
Após décadas de vida política e seis mandatos como deputado federal, Fernando Giacobo anunciou uma das decisões mais impactantes de sua carreira: abre mão da candidatura a deputado federal nas eleições de outubro de 2026 e deve deixar a Câmara Federal para assumir a Secretaria das Cidades no governo do Paraná, na gestão de Ratinho Junior (PSD).
A decisão não veio do nada. Tudo começou com a filiação do senador Sergio Moro ao PL — partido no qual Giacobo era presidente estadual há mais de uma década. Para ele, a chegada de Moro representou uma traição a um acordo firmado entre o PL e o PSD de Ratinho Junior, que previa aliança para as eleições de 2026. Sentindo-se traído, Giacobo deixou a presidência do partido e convocou um evento com dezenas de prefeitos para anunciar a ruptura — embora, na prática, apenas sete tenham formalizado a desfiliação até o momento.
Filiado agora ao PSD, partido do próprio governador Ratinho Junior, Giacobo encerra sua trajetória eleitoral e abre mão do mandato. A justificativa? Cansaço e coerência de valores. “Não fui eu que descumpri palavra”, afirmou em referência ao racha com o PL.
Com a sua saída, quem assume a vaga na Câmara Federal é o deputado Itamar Paim. Uma era se encerra na política paranaense — e o maior símbolo disso é Giacobo trocando o plenário da Câmara por uma cadeira no secretariado de Ratinho Junior.
Número de eleitores com mais de 60 anos cresceu 74%, aponta pesquisa
Um levantamento realizado pela Nexus-Pesquisa e Inteligência de Dados a partir do Portal de Dados Abertos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), revela que a chamada Geração Prateada, de pessoas 60+ aptas a votar, cresceu cinco vezes mais do que o eleitorado geral nos últimos 16 anos.
Enquanto o número de eleitores de todas as faixas etárias cresceu 15% entre 2010 e 2026, o eleitorado 60+ aumentou 74% no período, o que revela expansão de 20,8 milhões em 2010 para 36,2 milhões em março deste ano.
Segundo a Nexus, os números podem aumentar ainda mais até o dia 6 de maio, que é o prazo final para o cadastro de eleitores no TSE.
Até a data da coleta, 156,2 milhões de pessoas estavam aptas a participar do processo eleitoral no próximo mês de outubro, contra 135,8 milhões, em 2010. O levantamento sugere que em um cenário de polarização aguda, como ocorreu na eleição de 2022, obter o voto da população 60+ é estratégico.
De acordo com o CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, a Geração Prateada pode definir o resultado das eleições deste ano.
“É bastante plausível afirmar que a chamada Geração Prateada (60+) pode ser decisiva nas eleições, embora não se possa dizer que ela, sozinha, definirá o resultado”.
PESO RELEVANTE
Tokarski lembrou que na última eleição presidencial, em 2022, a diferença entre candidatos foi pequena, inferior a 2 milhões de votos, o que torna esse contingente altamente estratégico. Numericamente, a geração 60+ passa a ter um peso relevante, constituindo um em cada quatro eleitores do país e, portanto, capaz de influenciar sistemas equilibrados.
“Assim, embora não determine o resultado de forma isolada, pode atuar como fiel da balança, especialmente em cenários polarizados”, afirmou o CEO da Nexus.
Ele admitiu que a tendência é de que a proporção dos seniores nas eleições acompanhe o aumento da longevidade. “A tendência é claramente de que a proporção de eleitores seniores acompanhe e até reflita diretamente o aumento da longevidade e do envelhecimento populacional”.
O levantamento mostra que a população com 60 anos ou mais saltou de 7% para 16% em três décadas e, em paralelo, o eleitorado 60+ cresceu rapidamente, já representando 23,2% dos votantes.
ABSTENÇÃO
A abstenção dos maiores de 60 anos apresentou queda nas últimas três eleições: somava 37,1% em 2014 e passaram para 36,4% em 2018 e a 34,5% em 2022. Em contrapartida, as abstenções do eleitorado brasileiro em geral aumentaram de 19,4% em 2014 para 20,3% em 2018 e 20,9% no último pleito nacional.
Os maiores de 70 anos, embora tenham uma taxa de abstenção maior do que a média da Geração 60+, também têm comparecido mais às urnas. Sem obrigatoriedade de voto, esse público registrou 63,6% de abstenção em 2014, 62,7% em 2018 e 58,9% em 2022.
Na avaliação de Marcelo Tokarski, os brasileiros com mais de 70 anos que participam das eleições o fazem por convicção ou identificação política e, ao lado dos eleitores mais jovens, entre 16 e 18 anos, constituem as faixas de brasileiros a serem ‘conquistadas’ pelos candidatos. Ele acredita que, em um cenário político acirrado, essas pessoas têm a possibilidade de mudar os rumos de uma eleição.
CENÁRIO POLÍTICO
Também o número de candidatos maiores de 60 anos tem aumentado anualmente no Brasil, tanto nas eleições gerais quanto nas municipais. Segundo dados do TSE, nas últimas eleições, em 2024, mais de 70 mil brasileiros com 60+ se candidataram aos cargos em disputa, o que equivale a 15% de todas as candidaturas.
O montante é o maior desde o início da série histórica, em 1998. O pleito anterior, em 2022, também registrou recorde para eleições gerais. Foram 4.873 candidatos com 60 anos ou mais, o que equivale a 17% das candidaturas.
Deputada Cristina Silvestri é a nova líder do Progressistas na Assembleia Legislativa
Cristina Silvestri afirma que assume a função com senso de responsabilidade e compromisso com o fortalecimento do partido. “Recebo essa missão com muito respeito e comprometimento. Vamos atuar de forma unida para que o Progressistas continue sendo protagonista na defesa dos interesses dos paranaenses”.
O Progressistas é o quarto partido com maior número de parlamentares na Assembleia. A bancada conta com cinco parlamentares. Ao lado da deputada Cristina, integram o grupo as deputadas Mabel Canto e Maria Victória, presidente estadual da legenda e segunda secretária da Assembleia, além dos deputados Alisson Wandscheer, que assume a vice-liderança da bancada, e Dr. Leônidas, 2º vice-líder.
A atual configuração partidária da Assembleia foi definida após o encerramento da janela partidária, em 4 de abril, período legal que permite a troca de legenda sem perda de mandato. Ao todo, 19 deputados estaduais mudaram de partido.
Paraná terá virada no tempo com frio de até 4°C
A previsão indica que o frio no Paraná deve ser mais intenso na região Sul, onde os termômetros podem registrar as menores temperaturas do estado no fim de abril. Em cidades como General Carneiro, a mínima pode chegar a 4°C no dia 26, enquanto Palmas deve marcar cerca de 5°C na mesma data.
Mudança no tempo traz frio ao Paraná
O frio no Paraná deve ser sentido em todo o estado, mas com intensidades diferentes. Nas demais regiões paranaenses, o resfriamento também deve ocorrer, porém de forma mais moderada. As mínimas devem variar entre 10°C e 15°C, sem previsão de frio intenso como no Sul.
A mudança no tempo marca uma transição típica do outono, período em que as oscilações térmicas se tornam mais frequentes, especialmente com a aproximação do inverno. Apesar da queda nas temperaturas, o frio mais rigoroso deve se concentrar em áreas específicas, principalmente em municípios de maior altitude.
Previsão do tempo no Paraná
Nos próximos dias, o estado estará sob risco de temporais. De acordo com o Simepar, áreas de instabilidade se formam nas proximidades da faixa oeste e sudoeste paranaense, com possibilidade para trovoadas localizadas nesta quarta-feira (15).
O cenário segue semelhante até sábado (18), com chuvas isoladas acompanhadas de trovoadas, em especial nas regiões que fazem divisa com o estado de São Paulo. No domingo (19), o calor ganha força em todo o território paranaense, com máximas ao redor dos 30°C em diversas regiões.
*A previsão do tempo é baseada em modelos meteorológicos e pode sofrer alterações ao longo dos dias. Por isso, as condições indicadas pelo Simepar podem ser atualizadas conforme novos dados forem analisados.

















