Segundo o Ministério Público, o vereador e presidente da Câmara Municipal, Pedro Moraes, e o ex-secretário municipal de Habitação, Danilo Dominico, teriam atuado para liberar uma obra embargada e cobrado R$ 100 mil em propina de um empresário.
De acordo com a promotora Leandra Flores, do Ministério Público de Guarapuava, um servidor da área tributária, ligado à assessoria da antiga gestão da Prefeitura, também teria participado do esquema. Conforme a Promotoria, o valor teria sido dividido entre os três envolvidos.
As informações foram apresentadas pela promotora em áudio, durante as investigações do caso.