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| Foto Real da situação do Cão - Fonte PCPR |
A Polícia Civil do Paraná, por meio da 41ª Delegacia Regional de Irati, prendeu uma mulher de 46 anos nesta terça-feira (28), em flagrante, suspeita de cometer crime de maus-tratos a um cão doméstico. A ação foi conjunta com a Secretaria de Defesa Animal do município.
Segundo as informações da PCPR, a A equipe da Defesa Animal já havia fiscalizado o imóvel da investigada, situado no Bairro Riozinho, em 21 de julho de 2026. Na ocasião, a responsável pelo animal foi formalmente notificada via Termo de Orientação quanto às adequações necessárias referentes à higiene, abrigo, fornecimento de água limpa e ampliação do espaço de mobilidade do cão.
As equipes técnica e policial retornaram ao local nesta terça e constataram o descumprimento integral das orientações previamente expedidas e a continuidade das condições degradantes de manutenção do animal. Maus-tratos Segundo o médico veterinário da Defesa Animal, o bem-estar do cão de porte pequeno, sem raça definida e pelagem clara foi comprometido de forma severa.
Ele encontrava-se preso por uma corrente curta, o que impedia sua livre locomoção, corridas ou expressões comportamentais naturais da espécie.
Registros de imagens históricas de satélite e mapeamento urbano indicam que o animal permanecia contido no mesmo local desde 2022. A Polícia também detalhou que o recipiente de água disponibilizado ao animal apresentava elevado acúmulo de sujeira e limo esverdeado, além de vasilhame de comida higienicamente comprometido. O cão também foi encontrado com a pelagem suja, extremamente embaraçada, com pulgas, em condição de magreza e sinais clínicos e comportamentais compatíveis com estresse crônico.
Procedimentos policiais
Diante do laudo pericial que atestou a situação de maus-tratos (crime previsto pelo Art. 32, § 1º-A da Lei Federal nº 9.605/1998, com redação dada pela Lei nº 14.064/2020), a equipe policial deslocou-se até o local de trabalho da moradora, onde lhe foi dada voz de prisão em flagrante.
A investigada, de 46 anos, foi conduzida para a realização de exame de lesões corporais e, na sequência, entregue na Cadeia Pública de Irati (CPIRATI), onde permanece recolhida à disposição do Poder Judiciário.
