segunda-feira, maio 03, 2021

Projeto da Nova Ferroeste avança e ganha corpo no Oeste paranaense

O projeto da Nova Ferroeste ganha, a cada dia, novos capítulos que ajudam essa história a avançar. Nesta semana, em Toledo, foi realizada uma reunião de trabalho com prefeitos e vereadores da região Oeste, além de lideranças sociais e empresariais. O objetivo destes encontros é apresentar os detalhes do projeto que pretende, além de fazer um corredor ferroviário entre Maracaju (MS) e Paranaguá, transformar o Paraná em um dos principais hubs logísticos ferroviários do país.

A agenda em Toledo incluiu, ainda, reunião com diretores da BRF e do Biopark, além de visita às obras do frigorífico da Frimesa. Com este contato constante, o Grupo de Trabalho responsável por conduzir o processo de desestatização da Ferroeste forma uma coalizão de esforços em torno de um dos projetos logísticos mais ousados do país, de acordo com Luiz Henrique Fagundes, coordenador do Grupo de Trabalho do Plano Estadual Ferroviário (GT Ferrovias). “Mais um dia espetacular de avanços para a Nova Ferroeste, que recebe constantes manifestações de apoio dos diversos setores”, celebrou.

“Toledo pretende participar ativamente do projeto e toma a frente ao estabelecer inciativas de construir um trabalho técnico para estruturar a estratégia de se tornar um polo logístico. A prefeitura vai realizar um estudo de viabilidade técnica para se integrar ao corredor, e isso será incorporado aos nossos estudos e à concessão”, explicou Fagundes.

CARNES – Com um crescente desenvolvimento no setor frigorífico e com a constante ampliação do alcance de mercado da produção paranaense, o Paraná fortalece cada vez mais a cadeia de frigoríficos. Dados da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) apontam que no Estado existem 215 cooperativas, sendo que 60 são do ramo agropecuário. Ao todo, são 2 milhões de cooperados e o setor gera cerca de 100 mil empregos diretos em todo o Paraná.

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