Nos espaços ocupados pelos cerca de cinco mil participantes, segundo organizadores, durante a Marcha da Maconha em Curitiba, o objetivo da manifestação parecia alcançado na tarde deste sábado (6).
A pouco metros de viaturas da Polícia Militar (PM) e Guarda Municipal (GM) que acompanhavam a marcha pelo centro da cidade, jovens, idosos, homens e mulheres fumavam maconha livremente.
Com diversos adereços, batuques, composições e cantos, o grupo se reuniu por volta das 15 horas na Boca Maldita, Centro de Curitiba, e saiu em passeata a partir das “16h20” (espécie de código que indica a hora de se fumar maconha, “talvez em razão da posição dos ponteiros em relógios”) rumo ao Palácio Iguaçu, sede do governo do Paraná, no Centro Cívico.
O movimento mundial pede a legalização da maconha medicinal, recreativa, industrial e religiosa. Na capital paranaense, a 11ª edição da Marcha da Maconha foi batizada de “O sinal tá verde e o bonde tá passando”.
A ideia é uma referência às posições oficiais tomadas em países como o Uruguai, Holanda, seis novos estados dos EUA, e que ainda pretende atingir o Canadá, de legalizar o uso para diversos fins.
“O apoio popular à legalização da maconha medicinal é maior do que nunca, mas acho que o Brasil caminha com passos mais lentos que a média mundial. Se a Indonésia, que condena à morte o tráfico de drogas, legalizou o uso da maconha medicinal”, compara Pedro da Nobrega Bierzotti, um dos organizadores da marcha.
Com diversos adereços, batuques, composições e cantos, o grupo se reuniu por volta das 15 horas na Boca Maldita, Centro de Curitiba, e saiu em passeata a partir das “16h20” (espécie de código que indica a hora de se fumar maconha, “talvez em razão da posição dos ponteiros em relógios”) rumo ao Palácio Iguaçu, sede do governo do Paraná, no Centro Cívico.
O movimento mundial pede a legalização da maconha medicinal, recreativa, industrial e religiosa. Na capital paranaense, a 11ª edição da Marcha da Maconha foi batizada de “O sinal tá verde e o bonde tá passando”.
A ideia é uma referência às posições oficiais tomadas em países como o Uruguai, Holanda, seis novos estados dos EUA, e que ainda pretende atingir o Canadá, de legalizar o uso para diversos fins.
“O apoio popular à legalização da maconha medicinal é maior do que nunca, mas acho que o Brasil caminha com passos mais lentos que a média mundial. Se a Indonésia, que condena à morte o tráfico de drogas, legalizou o uso da maconha medicinal”, compara Pedro da Nobrega Bierzotti, um dos organizadores da marcha.