quarta-feira, abril 22, 2026

Nova Laranjeiras - UMA VERGONHA - Baixo DESEMPENHO da Gestão FABIO e ZERO para CÂMARA Municipal segundo TCE/PR


A avaliação do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) para Nova Laranjeiras em 2025 evidencia um cenário preocupante, especialmente nos quesitos de transparência e áreas estratégicas da gestão pública. “Pra quem diz ser diamante” 

Apesar de alguns indicadores positivos no Executivo 

— como Educação (8,24) e Saúde (8,04) — os pontos negativos revelam fragilidades estruturais importantes: 

Principais críticas 

• Meio Ambiente (1,63): desempenho extremamente baixo, indicando ausência de políticas consistentes, fiscalização ambiental frágil ou falta de planejamento na área. 
 • Administração Financeira (4,43): resultado apenas mediano, sugerindo falhas na gestão orçamentária, controle de gastos ou planejamento fiscal.
 • Aquisições e Contratações (4,01): índice preocupante, podendo indicar problemas em processos licitatórios, falta de competitividade ou risco de baixa transparência nas compras públicas. 
 • Assistência Social (6,72): embora acima da média, ainda distante do ideal para uma área sensível, o que pode refletir cobertura insuficiente ou execução limitada de políticas sociais. 

 Transparência sob alerta O indicador de Transparência, Controle e Relacionamento (7,68) no Executivo, apesar de não ser dos piores, não acompanha o nível esperado diante das boas notas em áreas essenciais.

 Isso sugere que: 

• As informações públicas podem não estar sendo disponibilizadas de forma clara, acessível ou completa; 
 • Há possível dificuldade de acesso do cidadão aos dados de gestão; 
 • Os mecanismos de controle social podem ser limitados ou pouco incentivados.

 A situação se agrava quando comparada ao Legislativo, sob a presidência de Adair Onetta, que teve nota geral de 2,33 , com destaque negativo para a ausência total de fiscalização (0,00). 

Isso enfraquece ainda mais a transparência global do município, já que o controle externo praticamente não está sendo exercido.

O resultado evidencia um possível desequilíbrio no exercício das funções institucionais da Câmara. A atividade legislativa não se limita à produção de leis; ela depende fortemente da capacidade de fiscalizar, acompanhar gastos públicos, avaliar políticas públicas e garantir transparência na gestão municipal.

 • Fiscalização (0,00): Esse indicador sugere inexistência de registros, mecanismos ou evidências de atuação fiscalizatória efetiva, o que compromete diretamente a função de controle externo. Esse cenário pode indicar falhas como ausência de requerimentos, falta de acompanhamento de contratos, ou inexistência de comissões atuantes nessa área.

  • Atuação parlamentar (0,77): A baixa pontuação reforça a percepção de produtividade limitada dos vereadores, possivelmente refletindo pouca proposição legislativa relevante ou baixa participação em debates e deliberações. 

 Síntese crítica 

Os dados revelam um município com desempenho desigual: enquanto algumas áreas básicas funcionam razoavelmente bem, faltam consistência, transparência efetiva e controle institucional. A baixa qualidade em setores como meio ambiente, contratações e fiscalização compromete a credibilidade da gestão pública e limita a participação da sociedade.