segunda-feira, março 09, 2026

Nova Laranjeiras - Transparência com Dinheiro Público '' NAS FESTAS '' da cidade deve parar na JUSTIÇA e pode virar PROJETO de LEI

Um projeto de lei que propõe mais transparência no uso de dinheiro público em festas e eventos municipais está gerando debate e indignação entre moradores de Nova Laranjeiras.

A proposta apresentada na Câmara Municipal de Nova Laranjeiras determina que a prefeitura divulgue de forma clara todas as despesas e também as receitas obtidas durante eventos realizados ou apoiados pelo município. 

Entre os dados que deverão ser publicados estão gastos com shows, estrutura, segurança, limpeza e demais serviços ligados às festividades.

O projeto também prevê a divulgação das entradas de recursos, incluindo valores arrecadados com camarotes, barracas de bebidas e comidas, patrocínios e qualquer outra exploração econômica realizada durante os eventos.

Mas o que mais chamou a atenção da população foi a reação de alguns vereadores que se posicionaram contra a proposta, mesmo com parecer jurídico favorável à legalidade do projeto.

“Se é dinheiro do povo, o povo tem direito de saber”

Nas ruas, nas comunidades e nas redes sociais, o sentimento que cresce é de questionamento. Muitos moradores não conseguem entender por que alguém seria contra um projeto que apenas pede mais clareza sobre o uso do dinheiro público, dinheiro do povo não do “Prefeito”.

A pergunta ecoa entre a população:

Se o projeto aumenta a transparência, por que votar contra?

Moradores também questionam por que não tornar públicas as arrecadações das festas de formas organizada e acessível compreensão a população geral — quanto entra, quanto sai, quem recebe e como o dinheiro.

Para muitos cidadãos, transparência não deveria ser motivo de disputa política, mas sim um compromisso básico com quem paga impostos.

Entre discursos e atitudes

O debate também reacendeu uma crítica comum entre eleitores: a diferença entre o discurso e a prática.

Para muitos moradores, há uma diferença clara entre quem vive a realidade da população e quem se limita a discursos virtuais.

“Uma coisa é gravar vídeo em gabinete com ar-condicionado. Outra é estar no meio do povo, ouvindo as comunidades e defendendo transparência de verdade”