segunda-feira, fevereiro 09, 2026

Marcel Micheletto cumpre acordo com JUSTIÇA em devolver R$78Mil

Documentos oficiais da Justiça do Paraná mostram que o prefeito de Assis Chateaubriand, Marcel Micheletto, está atualmente cumprindo um Acordo de Não Persecução Cível firmado com o Ministério Público do Paraná em uma investigação que apurou o uso irregular de servidor público da Assembleia Legislativa.

Recentemente Micheletto juntou aos autos, em janeiro de 2026, novo comprovante de pagamento referente ao acordo, demonstrando que as obrigações assumidas perante o Ministério Público seguem em execução. O processo tramita na Vara da Fazenda Pública de Curitiba e teve a transação homologada judicialmente.

Documentos oficiais da Justiça do Paraná mostram que o prefeito de Assis Chateaubriand, Marcel Micheletto, está atualmente cumprindo um Acordo de Não Persecução Cível firmado com o Ministério Público do Paraná em uma investigação que apurou o uso irregular de servidor público da Assembleia Legislativa.

Recentemente Micheletto juntou aos autos, em janeiro de 2026, novo comprovante de pagamento referente ao acordo, demonstrando que as obrigações assumidas perante o Ministério Público seguem em execução. O processo tramita na Vara da Fazenda Pública de Curitiba e teve a transação homologada judicialmente.

Marcel Micheletto, Prefeito de Assis Chateaubriand leva moradora à Justiça após críticas em rede social

O acordo foi celebrado após o Ministério Público concluir que um servidor público, remunerado com recursos da Assembleia Legislativa, prestou serviços em benefício de interesses privados ligados ao então deputado, em vez de atuar exclusivamente nas funções parlamentares para as quais havia sido nomeado. A apuração contou com relatórios, diligências e documentos oficiais reunidos ao longo do inquérito civil.

Como parte do acordo, Marcel Micheletto se comprometeu a ressarcir integralmente o dano causado ao erário, no valor de R$ 62.914,53, além do pagamento de multa civil, que elevou o montante total para mais de R$ 78 mil, quitados de forma parcelada. O descumprimento das cláusulas poderia levar à retomada da ação judicial.