Distribuida à imprensa nesta quarta-feira (12) via assessoria do PSDB do Paraná, uma nota assinada pelo ex-governador Beto Richa, presidente estadual do partido e candidato ao Senado, diz que o tucano enfrenta com serenidade a acusação de chefiar um esquema de pelo menos R$ 70 milhões desviados do programa Patrulha do Campo, entre 2012 e 2014. Há relatos de que Richa chorou na terça-feira, dia da prisão. Richa, a esposa Fernanda e aliados foram presos na Operação Rádio Patrulha, do Gaeco.
Segundo a nota enviada pelo partido, Richa diz estar em um "julgamento antecipado". A nota conclui dizendo que Richa confira na Justiça. "Nada devo e sigo confiando na justiça".
Leia a íntegra:
"Mensagem ao povo paranaense
Enfrento com serenidade e confiança qualquer acusação, mas devo dizer que eu e minha família estamos sofrendo muito com o julgamento antecipado que nos está sendo imposto. Sou um homem público há mais de duas décadas, com a mesma honradez. Tenho a consciência em paz e sei que, no devido tempo, a verdade sempre se impõe.
Garanto a você, que me conhece e para quem exerço com responsabilidade a vocação que Deus me deu: nada devo e sigo confiando na justiça.
Beto Richa"
