O dono da propriedade particular onde fica a Cachoeira da Mariquinha, na zona rural de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, Edimir Scheibel, disse, nesta segunda-feira (15), que a morte de um jovem no local foi uma "fatalidade".
O afogamento foi por volta das 15h30 de domingo (14), em um ponto que tem de 2,5 e 3 metros de profundidade. Quando o Corpo de Bombeiros chegou ao local, o Rafael de Souza Brito estava sem vida.
A vítima, que morava em Quatro Barras, na Região de Curitiba, passava o dia no ponto turístico com os amigos.
Segundo o Corpo de Bombeiros, atualmente, não existe uma legislação que obrigue a presença de guarda-vidas em balneários. Ainda conforme os bombeiros, em Ponta Grossa, apenas alguns clubes mantém guarda-vidas de plantão.
Scheibel relatou, ainda, que um funcionário era mantido na Cachoeira da Mariquinha para orientar banhistas, mas que ele foi dispensado nos últimos dias por conta das chuvas e dp movimento fraco.
O proprietário garantiu que, nesta segunda-feira, os administradores do ponto turístico devem entrar em contato com o Corpo de Bombeiros para verificar o que mais pode ser feito no local para evitar novos afogamentos.
A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar de quem é a responsabilidade pela morte de Rafael. O corpo do jovem está sendo velado nesta segunda-feira, em Quatro Barras, e deve ser enterrado às 16h.
