sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Servidor do Estado da 22ª Regional de Saúde de Ivaiporã foi preso em flagrante

Em Ivaiporã, município do Norte Central do estado, apuração do Ministério Público do Paraná resultou na prisão em flagrante, no fim da tarde de quarta-feira, 2 de setembro, de um servidor público estadual investigado pelo crime de concussão (exigência de vantagem indevida em função do cargo). Lotado na 22ª Regional de Saúde do município, o funcionário cobrava valores de um empresário da cidade para emitir laudo favorável à sua empresa em processo relacionado a acidente de trabalho.

A prisão foi efetuada pela 1ª Promotoria de Justiça de Ivaiporã, responsável pelas investigações, com o apoio da Polícia Militar, no momento em que o servidor investigado recebia a quantia de R$ 1 mil em dinheiro. A apuração teve início após o empresário vítima das cobranças indevidas, e que já havia solucionado a questão trabalhista por meio de termo de ajuste firmado com o Ministério Público do Trabalho, relatar os fatos ao MPPR.

A 1ª Promotoria de Justiça de Ivaiporã prossegue com as investigações no âmbito do inquérito civil instaurado para apurar os fatos, o que pode resultar no oferecimento de denúncia criminal. A pena prevista para o crime de concussão é de dois a doze anos de detenção, além do pagamento de multa.Em Ivaiporã, município do Norte Central do estado, apuração do Ministério Público do Paraná resultou na prisão em flagrante, no fim da tarde de quarta-feira, 2 de setembro, de um servidor público estadual investigado pelo crime de concussão (exigência de vantagem indevida em função do cargo). Lotado na 22ª Regional de Saúde do município, o funcionário cobrava valores de um empresário da cidade para emitir laudo favorável à sua empresa em processo relacionado a acidente de trabalho.

A prisão foi efetuada pela 1ª Promotoria de Justiça de Ivaiporã, responsável pelas investigações, com o apoio da Polícia Militar, no momento em que o servidor investigado recebia a quantia de R$ 1 mil em dinheiro. A apuração teve início após o empresário vítima das cobranças indevidas, e que já havia solucionado a questão trabalhista por meio de termo de ajuste firmado com o Ministério Público do Trabalho, relatar os fatos ao MPPR.

A 1ª Promotoria de Justiça de Ivaiporã prossegue com as investigações no âmbito do inquérito civil instaurado para apurar os fatos, o que pode resultar no oferecimento de denúncia criminal. A pena prevista para o crime de concussão é de dois a doze anos de detenção, além do pagamento de multa.

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