quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Governo do Paraná estuda 'teste' de volta às aulas em cidades com menores índices de Covid-19

O governo do Paraná avalia a possibilidade de criar uma plano-piloto antes da retomada das aulas presenciais suspensas desde o dia 20 de março. O assunto foi tema de reunião nesta quarta (23) entre representantes da Secretaria de Estado de Educação e Esportes (SEED), da Secretaria de Estado de Saúde (Sesa) e o pela Casa Civil. A ideia é que o retorno aconteça antes, seguindo todos os protocolos de segurança, nas regiões com menores índices de transmissão, contaminados e mortes por Covid-19. A princípio, as primeiras cidades que receberiam o plano-pliloto são Irati, Guarapuava ou União da Vitória. Uma nova reunião foi marcada para a próxima semana para tratar do assunto e tanto a Sesa, quanto a SEED, são enfáticas ao afirmar que ainda não há data nem para o plano-piloto e nem para o retorno das aulas presenciais. 


"A Seed trabalha para fomentar o retorno seguro. Baseado no decreto que estabelece que será a Secretaria de Estado da Saúde vai definir o retorno, a Secretaria de Estado da Educação e do Esporte vem discutindo tema com a Sesa e somente diante de um cenário seguro será feito o retorno às aulas", afirma nota enviada pela assessoria da SEED. A secretaria de Saúde confirmou a realização da reunião e o plano-piloto. 

Segundo a proposta em estudo, o plano-piloto deve durar de duas a três semanas, quano serão analisados todos os dados e se der certo, poderá ser implantado em outras cidades, assim o retorno às aulas no Paraná seria gradativo. O plano-piloto, se aprovado, seguirá todas as normas já aprovadas pela Sesa e pela Seed no chamado Protocolo de Retorno de Aulas Presenciais no Paraná. 

 De acordo com o documento, os estudantes serão divididos em grupos, que farão revezamento permanecendo por uma semana em aulas presenciais e por uma semana em aulas remotas (on-line). As escolas terão que fazer o levantamento sobre quantos alunos retornarão às aulas e quantos continuarão no ensino online, para organizar o retorno de maneira que haja o distanciamento mínimo de 1,5 metros.

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