quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Ações das UNIVERSIDADES ESTADUAIS auxiliaram no enfrentamento da Pandemia

Mesmo com as aulas de graduação suspensas, as atividades nas sete universidades estaduais públicas do Paraná não pararam durante a pandemia causada pelo novo coronavírus. As instituições mantiveram, por exemplo, as atividades de pós-graduação, extensão e pesquisa, além de organizar ações de atendimento à população. Para os representantes das universidades, as ações foram importantes para o combate da pandemia. O assunto foi debatido nesta quarta-feira (26) durante a reunião remota da Frente Parlamentar do Coronavírus da Assembleia Legislativa do Paraná, que reuniu o coordenador do grupo de trabalho, deputado Michele Caputo Neto (PSDB), deputados, reitores universitários e representantes da Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI).

O reitor da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Sérgio Carvalho, explicou que a pandemia causou a reestruturação de todos os projetos da instituição. “Quando veio a crise, a comunidade universitária se mobilizou para realizar o combate ao novo coronavírus, com dezenas de ações para contribuir com a sociedade. Não suspendemos o calendário de pós-graduação, realizando mais de 500 bancas no período. Também mantivemos o funcionamento de mais de 200 laboratórios de pesquisa”, informou. “As universidades públicas estão entre as instituições com a melhor resposta à pandemia”, completou.

O vice-reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Everson Krum, destacou a importância da comunidade científica em buscar soluções contra a crise. “Vimos a ciência se colocando a favor do enfrentamento ao novo coronavírus, com realização de pesquisas, produção de álcool em gel, estudos do impacto social e até na arrecadação de alimentos”, comentou.

A atuação da Universidade Estadual de Maringá (UEM) ocorreu no mesmo sentido. É o que explicou o reitor da instituição, Julio Cesar Damasceno. “Com a COVID, aceleramos a criação de um laboratório de inovação em saúde, que já estava em desenvolvimento. Também criamos uma rede de referência epidemiológica, com o auxílio de profissionais e alunos. Além disso, focamos no atendimento à população no Hospital Universitário”, enumerou. “A Unespar não parou. Organizamos atividades remotas e não nos afastamos dos estudantes”, informou o reitor da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), Antônio Carlos Aleixo.

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