sexta-feira, 17 de julho de 2020

Unicentro recebe 300 smartphones para doar à estudantes

Aparelhos foram doados pela Receita Federal. Serão beneficiados universitários com vulnerabilidade socioeconômica para que acompanhem atividades remotas das instituições

As universidades estaduais do Paraná vão distribuir 3.200 smartphones doados pela Receita Federal, habilitados com pacotes de dados (3G/4G), para estudantes com vulnerabilidade socioeconômica, matriculados em cursos de graduação presencial.

A Medida tem como objetivo apoiar os alunos para que acompanhem as atividades remotas das instituições de ensino superior neste período de pandemia. Os equipamentos são oriundos de apreensões em operações de combate ao contrabando e somam o valor de R$ 2 milhões. 

A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) foi contemplada com 300 aparelhos, a Estadual do Paraná (Unespar) recebeu 1.200, a de Maringá (UEM) recebeu 450 celulares, a do Oeste do Paraná (Unioeste) recebeu 80, a Estadual do Norte do Paraná (UENP) recebeu 901 aparelhos e a do Centro-Oeste (Unicentro) recebeu 300 celulares.

“A educação inclusiva é um desafio constante e presente nesse contexto que precisamos construir novas formas de interação pedagógica, assegurando que nossos estudantes não percam o ano letivo”, afirma o superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona. “Esse desafio tem sido assumido com responsabilidade pelas nossas instituições. A parceria com a Receita Federal é extremamente relevante nesse processo de inclusão digital”, destaca.

Segundo o auditor-fiscal da Receita Federal, Reinaldo Cesar Moscato, a parceria para destinação de equipamentos eletrônicos para as universidades surgiu de uma demanda do Governo do Estado por meio da Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado do Paraná, junto ao órgão, em função da pandemia do coronavírus e o período de quarentena com a suspensão das atividades acadêmicas presenciais.

“O objetivo é manter, mesmo que virtualmente, a relação entre as universidades e seus estudantes, de forma a precaver a evasão estudantil no retorno às aulas. Esta condição dificultou a inclusão dos estudantes às atividades remotas realizadas nas instituições, principalmente para os alunos mais carentes, que não têm condições de adquirir os equipamentos necessários para as atividades remotas”, destacou.

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