domingo, 17 de maio de 2020

LARANJEIRAS DO SUL - MOTORISTA da saúde DESMENTE suposta vítima e registra boletim na policia , por ter sofrido desacatos e ameaças enquanto dirigia

Motorista é um profissional da saúde também ...
      Compareceu a 2ª cia/PM a vítima, relatando que na data de hoje estava de sobreaviso como motorista da saúde, e durante o período da manhã foi acionado para que no período da tarde deslocasse a cidade de Guarapuava buscar um paciente que tinha recebido alta do hospital São Vicente, e que às 13 horas, ao chegar para assumir o serviço e pegar o mapa de viagem, descobriu que teria que trazer mais um paciente que tinha recebido alta. Assumiu o serviço e deslocou a Guarapuava, e que próximo ao rio cavernoso na BR 277, ficou alguns minutos parado numa barreira, pois estava sendo feito manutenção na rodovia, e que devido a isso teve atraso para chegar ao hospital. 

         Relatou que ao chegar ao hospital São Vicente, se deslocou diretamente a recepção para avisar que tinha chego, para o hospital liberar os pacientes, porém, mesmo assim, a vítima esperou por aproximadamente 40 minutos os pacientes serem liberados. E que quando estava no veículo esperando eles, um dos pacientes que estava acompanhado da esposa, já chegou ríspido falando com a vítima o questionando da demora em buscá-lo, onde a vítima explicou que é protocolo da secretaria de saúde de Laranjeiras do Sul, que sábado, domingo e feriado, os veículos da saúde só deslocam buscar pacientes com alta no período da tarde, devido o hospital dar alta aos pacientes em diversos horários, e para evitar que o veículo chegue a Laranjeiras do Sul e já tenham que retornar para buscar outro paciente, eles padronizaram a saída do veículo apenas no período da tarde, quando estavam em deslocamento para Laranjeiras do Sul, em alguns momentos na estrada em que era possível andar um pouco mais rápido, a vítima chegava à velocidade de 120 km/h, no intuito de chegar antes à cidade, para que os pacientes chegassem logo as suas residências, haja vista terem esperado a chegada do veículo após a alta, e próximo a praça de pedágio do Candói, o mesmo ouviu a acompanhante do paciente falar algumas coisas, porém a vítima só pode entender 120, momento que o mesmo olhou no velocímetro e viu que estava a 120km/h, e a questionou se ela gostaria que ele reduzisse a velocidade, pelo fato do mesmo estar de máscara e os vidros do veículo estarem semiabertos para ventilar o veículo, devido a segurança por causa de risco de contaminação por covid-19, oque estava ocasionando ruídos dentro do veículo, oque dificultava o entendimento durante conversas, a vítima falou mais alto para que os ocupante do banco de trás (paciente e sua acompanhante) pudessem ouvi-lo, momento que o paciente que estava acompanhado da esposa o chamou de mal educado e disse que a vítima deveria estar estressada, pois entendeu que a vítima tinha falado alto por falta de educação, porém, a vítima tentou explicar para eles que devido estar de mascara e o barulho causado pelos vidros abertos ele precisa falar mais alto para que eles o ouçam, momento que a esposa do paciente o ameaçou dizendo "cala tua boca, senão você já vai ver o teu aqui dentro do carro mesmo", que a mesma o ameaçou por duas vezes dentro do veículo usando essas mesmas palavras, e que devido o mesmo estar dirigindo e ela estar sentada atrás do banco da vítima, ele se sentiu ameaçado, pois ficou com medo de ela tentar fazer algo com ele enquanto ele dirigia, podendo vir a ocasionar um acidente na BR com eles. Orientado a vítima quanto os procedimentos cabíveis.

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