sábado, 1 de agosto de 2020

Unidade de Valorização de Recicláveis (URV) de Guaraniaçu foi inaugurada

'' Quem disse que não dava , é porque não lutou ....'' PORTELA 
Em cerimônia com a presença do prefeito Osmário Portela, da presidente da associação de catadores, Genoveva Gonçalves, de representantes de Itaipu Binacional, secretários municipais, técnicos e trabalhadores que atuam na coleta seletiva, a unidade foi entregue.

O investimento foi de quase R$ 1,3 mil, com recursos da Itaipu, prefeitura e governo do Estado (por meio do Instituto das Águas). A nova estrutura conta com um barracão de 386 metros quadrados e sede administrativa (de 102 metros quadrados) com escritório, refeitório, banheiro e vestiários, além de um caminhão e equipamentos.

O prefeito agradeceu a parceria com Itaipu e os investimentos que estão sendo feitos no município – não apenas na coleta seletiva, como também em calçamento construção de casas, entre outros. “É um dos maiores volumes de recursos em toda a nossa região”, afirmou. “Itaipu tem sido uma parceira muito importante.”

Genoveva Gonçalves disse que a nova estrutura melhora as condições de trabalho, refletindo na segurança e na autoestima do catador. “Hoje estamos nos sentindo até uma pessoa mais satisfeita, pela valorização da nossa profissão”, comentou.

A unidade vai acomodar seis catadores que trabalham diretamente com a coleta seletiva no município. De acordo com a Divisão de Ação Ambiental de Itaipu (MAPA.CD), a associação processa mensalmente 15 toneladas de material reciclável. O volume representa aproximadamente 24% do potencial de geração de recicláveis no município. A expectativa é que esse índice aumente com a melhoria na estrutura.

A associação de catadores de Guaraniaçu atua desde 2005, foi reestruturada em 2017 e ganhou novo impulso neste ano de 2020, quando foi implantada a coleta seletiva no município, atendendo 100% da área urbana e parte da área rural (quatro das cinco comunidades mais próximas da sede).

A renda média do catador no município é de R$ 1,3 mil por mês, podendo chegar a R$ 1,7 mil – dependendo da quantidade de material processados na unidade. Neste período de pandemia, o município apoia o grupo com a doação de cestas básicas.

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