Após 198 anos, as mulheres estão rompendo a última barreira que faltava para a inclusão completa nos quadros do Exército Brasileiro, num processo de transformação da instituição que teve início em 1992.
No próximo ano, formam-se as primeiras combatentes na Academia Militar dos Agulhas Negras (AMAN), que passarão a fazer parte da tropa em 2022. Além disso, no Paraná elas já são uma parcela considerável do efetivo, além de serem a maioria - e as que apresentam as melhores notas - nos processos seletivos.
