A ideia é trocar o sistema atual (proporcional) pelo "distrital misto" a partir de 2030. Nele, 50% das vagas seriam preenchidas pelo candidato mais votado em um distrito (um bairro ou microrregião).
Os outros 50% das cadeiras seriam preenchidos pelos partidos, com base na votação total da legenda, seguindo uma lista fechada de candidatos.
Segundo o relator, a mudança aproxima o candidato do eleitor e pode ajudar a inibir a entrada do crime organizado no legislativo, pois a fiscalização seria maior.
